09/07/2022

Cães e gatos podem sofrer com dores articulares; saiba motivos e cuidados.

 

Problemas de saúde relacionados a ossos, articulações e músculos não são exclusivamente dos humanos. Os animais também podem sofrer, e muito, com lesões geradas por traumas, doenças degenerativas genéticas ou adquiridas com a idade.

 

Nos cães, o mais comum é a artrose, uma doença articular degenerativa que provoca desgaste da cartilagem articular e, consequentemente, dor.  Normalmente, é causada por doenças articulares como a displasia coxofemoral (doença no quadril), ruptura de ligamento cruzado cranial, que é importante para a estabilização do joelho e luxação de patelas (também no joelho).

 

Matéria completa no link:
https://anda.jor.br/caes-e-gatos-podem-sofrer-com-dores-articulares-saiba-motivos-e-cuidados


Estudo diz que cães sentem o que seus tutores estão sentindo.

 

Estudos constatam que as emoções entre cães e tutores podem ser sincronizadas e são sentidas, pelo animal, através do cheiro; comportamentalista explica o que fazer.

“Não sente medo; fica calma, senão o cachorro vai perceber e pode te estranhar ou ficar nervoso, também”. Já ouviu ou falou esta frase antes? Será que os cães sentem, de fato, as nossas emoções, e, com isso, mudam seus próprios comportamentos?

 

De acordo com a Ciência, sim. Um estudo recente publicado pela revista Scientific Reports, do grupo Nature, por pesquisadores da Universidade de Linköping, na Suécia, comprovou que o estresse de longo prazo é sincronizado entre cães e seus tutores.

 

Matéria completa:
https://anda.jor.br/estudo-diz-que-caes-sentem-o-que-seus-tutores-estao-sentindo


12/06/2022

Estudo mostra que idosos donos de cães têm menos problemas físicos ou cognitivos.

 

Estudo mostra que idosos donos de cães têm menos problemas físicos ou cognitivos.

 

O velho ditado que diz que “o cão é o melhor amigo do homem” agora está comprovado pela ciência. Um estudo publicado pela revista científica Plos One revela que pessoas idosas que possuem cachorros têm um risco menor de desenvolver problemas físicos e cognitivos com o passar dos anos.

 

O principal motivo para isso é que os animais exigem passeios com regularidade. Além da atividade física, ainda mais fundamental na faixa etária mais avançada, há o fator da interação social. A alegria de conviver com o cão soma-se aos encontros com donos de outros cachorros.


A pesquisa coletou informações sobre a experiência com os animais de estimação de 11.233 pessoas, entre 65 e 84 anos de idade, e acompanhou o desenvolvimento de deficiências cognitivas e físicas nos participantes durante três anos e meio, entre 2016 e 2020, no Japão.

 

Dentro da amostra, 13,8% cuidavam de cães ou gatos; 29,5% relataram já terem convivido com um dos dois animais algum dia; e 56,8% nunca tiveram bichos. Durante o período do estudo, 17,1% dos participantes desenvolveram alguma incapacidade física ou cognitiva e 5,2% morreram.

 

Na comparação com o grupo de idosos que nunca teve um cachorro como animal de estimação, os pesquisadores constataram que os donos tinham riscos significativamente menores de apresentar algum declínio. Foram consideradas variáveis como sexo, idade, tamanho da família, estado civil, escolaridade, renda, histórico de doenças crônicas e de hospitalização, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, prática de atividades físicas e interação com vizinhos.

 

O geriatra Marcelo Altona, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, diz que não há dúvidas de que ter um animal de estimação é benéfico ao idoso.

 

— Para conseguir cuidar de um animal, provavelmente esse idoso tem melhores condições de vida, cuida melhor da saúde, é fisicamente ativo, tem um círculo maior de convívio social e está em plenas condições — afirma, ressaltando ainda a possibilidade de sociabilização durante o passeio com o cachorro.

Fonte:
https://extra.globo.com/noticias/saude-e-ciencia/estudo-mostra-que-idosos-donos-de-caes-tem-menos-problemas-fisicos-ou-cognitivos-veja-os-resultados-25470410.html


27/04/2022

Veterinário explica como entender os nutrientes no rótulo dos alimentos de cães e gatos.

 

Veterinário explica como entender os nutrientes no rótulo dos alimentos de cães e gatos.

Tutores devem estar atentos à composição do alimento e optar pelo de melhor qualidade ao pet.

 

Assim como para os humanos, uma alimentação completa e balanceada faz toda a diferença também na vida dos cães e gatos. E os tutores buscam, cada dia mais, alimentos que promovam saúde, longevidade e bem-estar para o pet ao longo de toda a vida. Mas, afinal, como escolher o melhor alimento para nutrir de verdade o melhor amigo?

 

O primeiro passo é “decifrar” cada um dos ingredientes que aparecem no rótulo do alimento. “Os tutores devem ficar atentos à composição do alimento, optando sempre que possível por produtos com nutrientes de alta qualidade e que atendam às especificidades do pet”, indica o médico-veterinário mestre em nutrição de cães e gatos e supervisor de Capacitação Técnico-Científica da PremieRpet, Flavio Silva.

 

Ele alerta que um alimento completo para cães e gatos deve garantir a quantidade adequada de proteínas, gorduras e carboidratos, e explica a função de cada um desses nutrientes no organismo do pet.

 

Continua no link:
https://caesegatos.com.br/veterinario-explica-como-entender-os-nutrientes-no-rotulo-dos-alimentos-de-caes-e-gatos/

 

 

 

 

 

Os humanos podem ter criado cães seletivamente com base em expressões faciais semelhantes às suas.

Os humanos podem ter criado cães seletivamente com base em expressões faciais semelhantes às suas.


Humanos criam cães para terem ‘olhar de cachorrinho’, diz estudo.

Análise comparou musculatura facial de cães e lobos e descobriu que os cachorros têm mais músculos faciais de "contração rápida" — que os permitem imitar as expressões de seus donos.


Você fica bobo quando olha para olhos grandes e líquidos de “cachorrinho” olhando para você, do seu pet implorando por praticamente qualquer coisa?

 

Claro que sim, mas não culpe seu filhote. Um novo estudo descobriu que os humanos são os culpados por trás desses olhos irresistivelmente doces – na verdade, nós cruzamos esses olhos tristes com os cachorros domesticados de hoje a cerca de 33 mil anos atrás.

 

“Os cães são únicos de outros mamíferos em seu vínculo recíproco com humanos, que pode ser demonstrado através do olhar mútuo, algo que não observamos entre humanos e outros mamíferos domesticados, como cavalos ou gatos”, disse a autora sênior Anne Burrows, professora do departamento de fisioterapia na Escola de Ciências da Saúde John G. Rangos,da Universidade Duquesne, em Pittsburgh, em um comunicado.

 

Continua no link:
https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/humanos-criam-caes-para-terem-olhar-de-cachorrinho-diz-estudo/

28/03/2022

Guia curta x guia longa.

 

Se alguém lhe disser para usar uma guia curta, porque ela ajuda a ensinar o dog a andar do lado, desconsidere!

Andar com uma guia curta ou encurtada passa tensão para o cão, podendo deixá-lo inseguro e, consequentemente, com medo das coisas mais banais.

Já uma guia longa, além de deixá-lo relaxado, lhe dá muito mais liberdade para conduzi-lo.

 

P.S.: A guia da primeira foto foi comprada por uma cliente, por não ter conhecimento.

A terceira foto é de outubro de 2010, só para mostrar que uma guia longa permite conduzir mais de um cão com tranquilidade.





02/03/2022

Conheça as doenças caninas prevenidas pela vacina V10 –CFMV.

 

Quem tem um cãozinho de estimação em casa, sem dúvidas, já ouviu muito sobre o quão importantes são as vacinas caninas. Devendo ser administrada aos cachorros ainda filhotes – a partir dos 45 dias de vida – a vacina polivalente (ou V10) é uma das mais importantes para a saúde dos cães; já que conta com os antígenos para muitas das doenças mais perigosas do mundo canino.

Conheça a seguir quais são as perigosas doenças imunizadas pela vacina polivalente (que deve ser renovada anualmente para que a imunidade seja mantida):

 

Cinomose - Causada por um vírus, a cinomose é altamente contagiosa, e transmitida por meio do contato direto de um animal sadio com um contaminado. Podendo comprometer todo o organismo do cão, ela apresenta sintomas que vão desde vômitos e diarreia até paralisia e convulsões – podendo ser fatal quando não tratada.

 

Parvovirose - Fatal em muitos casos (especialmente para filhotes), a parvovirose é altamente contagiosa, e transmitida pelo contato direto de um animal sadio com as secreções ou excrementos de um cão doente. Causa diarreia, desidratação, vômitos, depressão e a morte súbita de filhotes.

 

Coronavirose - O Coronavírus Canino é o agente da doença, que pode ser fatal aos animais que não recebem tratamento. Causa vômitos, diarreia (com sangue), febre, falta de apetite e depressão.

 

Hepatite infecciosa canina - Transmitida pelo contato de um animal saudável com secreções ou sangue contaminado pelo adenovírus canino, a hepatite infecciosa causa febre, dor abdominal e pode levar ao coma em casos mais avançados.

 

Adenovirose - Causada pela contaminação pelo Adenovírus Tipo II, a adenovirose traz problemas respiratórios diversos, que podem evoluir e se transformar em novas infecções e em pneumonias.

 

Parainfluenza canina - O vírus desta doença também é transmitido pelo contato direto entre os animais, e tem tosse, coriza e febra entre seus sinais mais clássicos. Por enfraquecer a imunidade dos cães, ela pode facilitar o aparecimento de problemas mais sérios.

 

Leptospirose Canina - Considerada uma Zoonose, a doença é transmitida pelo contato com a urina de ratos, e pode ser classificada em quatro tipos distintos. Causa vômitos, diarreia, hemorragias e dor abdominal, podendo evoluir para problemas renais que podem levar o animal ao óbito. A vacina V10 também protege os cães dos quatro subtipos da Leptospirose: canicola, grippotyphosa, pomona e icterohahemorrhagiae.

 

Além da V10, também é indicado que os cães filhotes sejam vacinados contra outras três doenças relativamente comuns e bastante perigosas ao universo canino: giárdia, raiva e tosse dos canis.

 

Fonte:
https://www.cfmv.gov.br/conheca-as-doencas-caninas-prevenidas-pela-vacina-v10-terra-brasil/comunicacao/noticias/2014/02/27/

 

https://adestramento-rio.com.br/


Problemas de saúde comuns em cães e gatos, alguns causados pela alimentação inadequada – CFMV.

 

Pet

30/01/2012 – Atualizado em 30/01/2012 – 12:00am

 

Segundo médicos veterinários, os animais de estimação podem desenvolver praticamente todas as enfermidades comuns às pessoas. São males como problemas cardíacos, renais, hepáticos, articulares, cataratas, diabetes e alguns tipos de tumores que podem estar associados à genética e idade do animal. No entanto, erros cometidos pelos donos na alimentação e medicação dos bichos podem agravar e até proporcionar o desenvolvimento de enfermidades.

 

Um pedacinho de carne de churrasco aqui, um queijinho ali e mais uma fatia de pão. O que para o ser humano é agrado, representa um perigo para o animal de estimação. “Alguns animais têm sensibilidade intestinal a condimentos e os alimentos humanos, além da obesidade, podem ocasionar diarreias e vômitos, muitas vezes até com sangue”, alerta Vanessa Foloni Torres, médica veterinária do Hospital Veterinário da Universidade Paulista (Unip).

 

Medicar os animais sem a orientação de um profissional é outro erro grave. Os anti-inflamatórios, por exemplo, podem ser tóxicos para os pets, principalmente para os gatos, cujo metabolismo é mais sensível.

 

Quanto à vacinação, muitos donos acreditam que a vacinação deve ser feita apenas em filhotes, quando o recomendado é a aplicação anual da vacina antirrábica e da V10, que é um conjugado de vacinas. “A vermifugação também é importante. Em animais urbanos, a dose pode ser anual, já nos de chácara, a indicação é a cada seis meses”, ressalta Vanessa.

 

“No caso das doenças desencadeadas pela alimentação em excesso ou inadequada, como a ingestão de doces e alimentos gordurosos, temos o diabetes, por exemplo. Mas é claro que também existe o fator genético”, explica o médico veterinário Ricardo Massaru Tomaoka.

 

Segundo o veterinário, há rações específicas para cães com diabetes que podem ser encontradas em clínicas veterinárias e em grandes lojas pets. Medicação via oral e até a aplicação de insulina podem fazer parte do tratamento, dependendo da gravidade do caso. “Agora, quando o dono não pode comprar a ração, que não é barata, o veterinário pode propor uma dieta”, orienta.

 

No caso dos gatos, Ricardo acrescenta que o controle da alimentação é mais difícil por serem animais de vida mais livre que os cães, o que também torna o diagnóstico mais complicado. “Muitas vezes quando os donos percebem a doença já está avançada”.

 

Sintomas iguais

Os sintomas são praticamente os mesmos em humanos e animais: emagrecimento, mesmo com aumento de apetite, sede intensa e cansaço. Outra maneira de identificar o diabetes é observar o local onde o animal tem o hábito de urinar. Em muitos casos, a urina atrai formigas e outros insetos.

 

Contudo, algumas doenças são mais difíceis de serem diagnosticadas e exigem exames mais completos. Leia nesta página as principais características de algumas das enfermidades que acometem os pets e que são familiares aos seres humanos.

 

Câncer

Você já deve ter ouvido alguém dizer que o número de animais com câncer aumentou nos últimos tempos. Contudo, especialistas alegam que o prolongamento da vida proporciona mais tempo para que tumores e doenças senis se desenvolvam, como acontece com as pessoas. E a expectativa de vida dos animais de estimação aumentou. Se um cachorro chegasse aos 15 anos de idade era muito e eu já atendi cachorro com 26 anos”, afirma o veterinário Ricardo Massaru Tomaoka.

 

Vanessa Foloni Torres, médica veterinária do hospital da Unip também aponta a precisão dos diagnósticos, que pode até ser precoce, como outro fator do aparente aumento nos casos da doença. “Antigamente, o cão morria e, muitas vezes, os donos nem sabiam o porquê”.

 

Segundo Vanessa, ao contrário do que muitos acreditam, não há comprovação de que substâncias presentes nas rações possam originar tumores. “O que é comprovado é que alguns tumores diagnosticados nas fêmeas, como os de mama, são mediados por hormônios e podem, sim, ser evitados com a castração”.

 

A veterinária ainda ressalta que há comprovação de que a castração, antes do primeiro cio, reduz a zero as chances da cadela ter câncer de mama quando adulta. Outro problema também evitado com a castração é a piometra, uma infecção cujo tratamento é a retirada de útero e ovários. “A vacina anticio, aplicada de maneira errada, por provocar a piometra no futuro”, explica a veterinária.

 

Olhos

A catarata e o glaucoma são os problemas mais frequentes. “Na realidade, um conjunto de coisas causam esse tipo de enfermidade. O glaucoma, por exemplo, é um derramamento de sangue dentro do olho que pode ser provocado por um aumento de pressão, e a diabetes pode ser uma das causas”, explica o veterinário Ricardo.

 

Já a catarata pode ser uma condição genética ou mesmo provocada pelo uso indiscriminado de remédios. “Já vi catarata provocada por aplicação de Ivomec”, relata ele. Há possibilidade de cirurgia e os sintomas podem ser observados pelo dono. Normalmente, um animal com catarata olha meio de lado, esbarra nos objetos e apresenta o miolinho do olho branco.

 

Hepáticos e depressão

Segundo Ricardo, boa parte dos problemas hepáticos em animais de estimação tem como causa a alimentação, com muito tempero e gordura, e o uso indiscriminado de medicamentos, com doses erradas ministradas por tempo incorreto. “Os animais não estão preparados para ingerir comida pesada. Tudo isso afeta o fígado, que age como um filtro”.

 

O chocolate, por exemplo, contém substâncias que não são metabolizadas pelo organismo do cachorro, o que pode causar séria intoxicação. Outro alerta do veterinário é para o uso de antibióticos em gatos. “Alguns deles têm reação contrária e pode até matar esses animais”.

 

Os animais de estimação também sofrem com problemas comportamentais, muitas vezes até mesmo por passarem muito tempo presos e sozinhos. Os cães, por exemplo, são animais que gostam muito do convívio com humanos. Entretanto, é preciso atentar para o desânimo do bicho, já que ele pode sinalizar enfermidades.

 

Artrite e artrose

Normalmente, são os animais de grande porte e de idade avançada os que mais sofrem com problemas articulares, por propensão genética e, principalmente, por causa do peso. Já os poodles desenvolvem tais problemas pelo hábito de pular e até andar em duas patas. Os cães passam a mancar e a andar com os joelhos para fora ou para dentro. Segundo veterinários, a maioria dos tratamentos é indicada para amenizar a dor e o atrito.

 

Coração

De acordo com a veterinária Vanessa Foloni Torres, que também é especialista em cardiologia, o cão não tem infarto, como muitas pessoas acreditam, mas sim doença de válvula cardíaca que aumenta o coração. Degenerativa e mais comum em cães idosos, os sintomas são: tosse, cansaço, intolerância à atividade física, língua roxa e desmaios em alguns casos.

 

A veterinária explica que em cães de grande porte, como o dogue alemão, boxer e doberman, entre outros, é comum o desenvolvimento de doenças de músculo cardíaco, ou seja, o coração dilata e fica grande. Já em raças pequenas, como maltês, pinscher e yorkshire, o mais comum são os problemas de válvula cardíaca, que começa a falhar e o coração também aumenta.

 

Fonte:
https://www.cfmv.gov.br/pet/comunicacao/noticias/2012/01/30/